O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), apresenta nesta quinta-feira, 30, um plano para reabrir a economia do estado que deve ser acompanho de perto pelo restante do país.
O estado não é um dos mais afetados pela pandemia do coronavírus, e fez um dos mais amplos levantamentos do país sobre o contágio — ainda assim, com amostragem muito mais restrita do que países que tiveram sucesso contra a doença, como Taiwan, Coreia do Sul ou Nova Zelândia. Projeções da Universidade de Pelotas mostram que para cada contaminado no estado, 12 não foram notificados, o que daria um total de 15.000 contaminados.
A principal descoberta foi que quase todos os familiares dos doentes tinham anticorpos para o novo coronavírus. A reabertura gaúcha se soma à de ao menos outros dez estados que já anunciaram medidas de flexibilização da quarentena. Nacionalmente, o Brasil vive um escalada no número de casos. Nas últimas 24 horas foram mais 449 mortes e um recorde de 6.276 novos casos, chegando a 78.162 casos e 5.466 vítimas. Um novo estudo feito pelo Imperial College de Londres, estima que o país tem a maior taxa de transmissão da doença no mundo — cada brasileiro contamina outros três. O Rio Grande do Sul pode mostrar se estados conseguem ser bem sucedidos em reaberturas localizadas.
Exame
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